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Consagração a Nossa Senhora
06:55 hs às 07:00 hs
 

 
Em São Paulo, 80% dos criadouros do mosquito Aedes Aegypti estão na casa dos habitantes
 

O Estado de São Paulo está intensificando ainda mais o combate em relação ao mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, com a criação de uma sala de comando de controle das arboviroses, monitorando assim o mosquito e por consequência as doenças. Além disso, forças tarefas foram criadas para auxiliar no combate ao mosquito. Parcerias com a Defesa Civil, Polícia Militar, Exército e a União Estadual dos Estudantes promovem ações para que o problema com o mosquito diminua em São Paulo.

Regiane de Paula é diretora geral do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de São Paulo. Ela conta que em 2016 foram mais de 11 milhões de imóveis vistoriados pelos agentes paulistas em todos os municípios. Ela aponta que a maior dificuldade no combate continua sendo a existência dos criadouros do mosquito.

“A gente sabe que 80% dos mosquitos estão dentro das casas das pessoas. Então, o combate aos criadouros é fundamental. As campanhas de conscientização para que a gente extermine, para que a gente diminua esses focos do mosquito ele é fundamental. E a gente está trabalhando com escolas, com a Secretaria de Educação Estadual e Municipal, para que a gente possa reforçar a educação em saúde”, fala a executiva.

Comparando com o ano de 2016, todos os casos das três doenças transmissíveis pelo mosquito tiveram redução significativa. Dengue e Zika diminuíram em 99%; os de Chikungunya abaixaram em 94%. A advogada Jaqueline Monteiro, 29 anos, moradora de Santos, foi acometida pela Zika. Ela temia estar grávida. Essa doença, quando infecta mulheres grávidas, a criança pode ter uma possível microcefalia, que deixa o crânio do bebê menor. Jaqueline, embora aliviada pelo fato de não estar grávida, diz que ficou afastada do trabalho por um mês.

“Se cada um fizer sua parte, com certeza, a gente consegue eliminar o mosquito e prevenir essa doença tão terrível que pode trazer consequências muito graves, como a microcefalia e outras doenças que ainda estão sendo, enfim, analisadas. Então que todo mundo possa evitar”, ressalta a advogada.

A Secretaria de Saúde de São Paulo recomenda ao morador que não deixe água parada em pneus, garrafas vazias, e que. sempre verifique os pratos de plantas, se houver na residência. As ações para diminuir ainda mais as investidas do mosquito são uma parceria entre o estado e a população. Não deixe que os números aumentem novamente. Ajude também a não deixar que o mosquito se prolifere. Para saber mais sobre as doenças e formas de combater o mosquito, acesse o site saude.gov.br/combateaedes.

Fonte: Agência do Rádio Brasileiro
 
   
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