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Consagração a Nossa Senhora
06:55 hs às 07:00 hs
 

 
Preço de remédios tem variado mais de 1.300% em farmácias da capital
Procon-SP realizou levantamento em 15 farmácias de todas as regiões da cidade
 

O consumidor precisa ter muito cuidado quando for cuidar da saúde para não fazer o bolso sangrar. Uma pesquisa realizada pelo Procon-SP registrou diferença de mais de 1.300% em medicamentos de uso corriqueiro, como Paracetamol e Dipirona.

O levantamento foi feito em 15 farmácias de toda a cidade e pesquisou 68 medicamentos, sendo 33 genéricos e 34 de referência. O DIÁRIO selecionou os itens que podem pesar mais no bolso se o consumidor não ficar atento e comprar no primeiro estabelecimento.

A maior diferença encontrada foi no Paracetamol. Enquanto um frasco com 15 ml é vendido a R$ 12,83 em uma farmácia em Perdizes, Zona Oeste da capital, o mesmo foi encontrado por R$ 0,88 em um estabelecimento na Avenida Jabaquara, na Zona Sul. A variação chega a 1.358%.

A Dipirona Monoidratada, também em gotas, custa R$ 8 na Zona Norte e R$ 0,57 na Zona Leste. A variação aferida é de 1.303%.

Com relação aos medicamentos de referência, a maior variação foi de 378,51% no antibiótico Amoxil, com 21 cápsulas. O maior preço encontrado foi R$ 77,71 na Zona Leste e R$ 16,24 na Zona Sul.

No levantamento, o Procon constatou ainda que, caso o consumidor compare o medicamento genérico com o de referência, ele irá economizar 57,17% em média.

Segundo o órgão, os genéricos têm a vantagem financeira já que são produzidos por diversos laboratórios e, por conta dessa oferta, o preço cai.

Na hora de comparar os produtos, uma dica é consultar a lista de preços máximos de cada medicamento, disponível no site da Anvisa (www.anvisa.gov.br).

O Procon destaca ainda que o consumidor deve pesquisar o preço no meio em que for comprar, já que a política de preços praticadas pelas redes farmacêuticas é diferente.

INFLAÇÃO / De acordo com o IPCA-15, prévia oficial da inflação, o preço dos medicamentos acumula alta de 5,94% nos últimos 12 meses. Levando em conta todo o segmento de saúde, como gastos com consultas médicas, o acumulado chega a 9%. O índice geral é de 4,41% no período analisado.

Fonte: Diário de S. Paulo
 
   
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